
Sempre abro outros sorrisos
no quase andar sozinho.
Sempre calo outros porquês
no quase quisto das entregas.
Nesses frequentar de horas
procuro as frestas desses
temporais.
Nessas vejo suas caras
procurando apelos desses
sem vogais.
Incompreesível por mais saber
você adorna os seus panos pra chorar
e eu ainda tento na vida
manuzear a queda
às costas e ao céu olhares.